sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Jiló, amargo mas cheio de nutrientes...

Bastante popular pelo seu gosto amargo, o jiló ou jinjilo, como é conhecido em algumas regiões do Brasil, é o fruto de uma planta da família das solanáceas (Solanum gilo). Semelhantemente à berinjela, o jiló é considerado equivocadamente, por muitos, como um legume. Sua origem é desconhecida, mas por ser abundante no Brasil e na África, é provável que o fruto seja proveniente dessas regiões.

O jiló é uma boa fonte de cálcio, fósforo e ferro. Com um baixo teor calórico, o fruto também possui significativas quantidades de vitaminas A, B e C.

O fruto é consumido cozido e somente antes de seu amadurecimento. Infelizmente, no processo de cozimento, a vitamina C é eliminada. Algumas pessoas apreciam o gosto amargo do jiló. Em alguns lugares, ele é servido como tira-gosto de bebidas alcoólicas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Saiba quantos ovos comer por dia

O ovo é um alimento altamente nutritivo. Porém, durante muito tempo ficou em segundo plano nas indicações e preferencias nutricionais, uma vez que seu consumo associou-se à maior possibilidade de hipercolesterolemia – o popular “colesterol alto”.
No entanto, nos últimos anos houve uma mudança conceitual importante. O ovo fez um “upgrade” significativamente interessante, ganhou o honroso título de “saudável” e atualmente é consumido por pessoas de todas as idades, em todos os cantos do mundo.
A gema foi absolvida! Isso mesmo. Estudos recentes demonstraram que o colesterol LDL (que é o considerado “ruim”) contido na gema é pouco e insuficiente para ser o responsável pelo aumento da incidência de doenças cardiovasculares na população. Outros fatores, atuando em conjunto, têm importância mais relevante, como a genética e o estilo de vida de cada um, aí incluídos o sedentarismo e a alimentação inadequada, rica em gorduras de todos os tipos ou carboidratos e pobre em fibras, verduras, legumes e frutas. A gema, sozinha, não teria destaque significativo. Além disso, na gema há também o HDL, que é o colesterol “bom” que, ao contrário, limpa as artérias e protege o organismo.