Faltam estatísticas
De um modo geral, há poucos dados disponíveis sobre os diversos tipos de violência de gênero. Somente nas delegacias de polícia existe a rotina de registro sistemático de violência denunciada.
As mulheres falam que a agressão psicológica é mais dolorida e sofrida que a física. Além disso, a violência de gênero (doméstica ou sexual), se não interrompida a tempo, pode levar ao assassinato de mulheres (ou ao femicídio , que é o homicídio praticado contra a mulher, em situação de violência de gênero).
Segundo o "Relatório Mundial sobre Violência e Saúde" (Organização Mundial da Saúde - OMS, Genebra, 2002), "estudos realizados na África do Sul, na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos e em Israel mostram que, das mulheres vítimas de assassinato, de 40 a 70% foram mortas por seus maridos ou namorados, normalmente no contexto de um relacionamento de abusos constantes". Esse fato contrasta totalmente com a situação dos homens vítimas de assassinato. Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 4% dos homens assassinados entre 1976 e 1996, foram mortos por suas esposas, ex-esposas ou namoradas. As conseqüências da violência de gênero são diferentes para mulheres e homens, bem como as causas que levam as pessoas a praticá-la.
Segundo pesquisas apresentadas naquele Relatório da OMS, as mulheres têm muito mais probabilidade de serem machucadas durante as agressões ocorridas na violência de gênero e são alvos mais freqüentes de lesões corporais graves. No Canadá, as mulheres em situação de violência estão três vezes mais sujeitas a lesões, e suas vidas se encontram cinco vezes mais ameaçadas do que as vítimas masculinas.
Denunciar não é nada fácil
Verifica-se que nas situações em que ocorre a violência praticada por mulheres é mais provável que ela seja usada como uma ação de autodefesa.
As mulheres em situação de violência de gênero permanecem por longo tempo nesta condição. A pesquisa da Fundação Perseu Abramo indica que as mulheres brasileiras que sofreram violência evitam falar com outra pessoa sobre a agressão, e não procuram ajuda junto às instituições. Quando tocam no assunto, falam com a mãe, a irmã, ou uma amiga. É a minoria que busca ajuda nas delegacias. A grande parte das mulheres separa e volta várias vezes ao relacionamento conflituoso e violento antes de por um fim definitivo à convivência com o parceiro agressor. Muitas vezes, romper um relacionamento violento coloca as mulheres em situação de extrema vulnerabilidade; muitas mulheres são assassinadas ao tentar separar-se.
A desigualdade estrutural entre homens e mulheres, os rígidos e diferenciados papéis que ambos devem desempenhar, onde a idéia de virilidade está associada a dominação e a de feminilidade se vincula a estereótipos de submissão, docilidade, etc, servem para fundamentar e consolidar relações violentas de gênero. As conseqüências afetam a saúde não somente das pessoas diretamente envolvidas mas se estendem à comunidade, às instituições e aos serviços públicos.
As mulheres que vivem com parceiros violentos encontram dificuldades para cuidar de si próprias, procurar emprego, estudar e desenvolver formas de viver com conforto e autonomia.
Violência faz mal à saúde
Os impactos da violência de gênero na saúde vêm sendo denunciados com mais freqüência e se apresentam nas formas de depressão, tentativas de suicídio, síndromes de dor crônica, distúrbios psicossomáticos, lesões físicas, distúrbios gastrointestinais e diversas conseqüências na saúde reprodutiva - tanto a gravidez indesejada como o contágio de infecções causadas por doenças sexualmente transmissíveis -, assim como relações sexuais forçadas, etc, e é apontado pela OMS (Relatório Mundial de Saúde, 2002) como um dos fatores responsáveis pela mortalidade materna.
Nos países da África a violência contra a mulher tem sido responsável pela crescente epidemia de AIDS entre as mulheres. O Relatório da OMS ainda aponta como resultado físico mais comum da prática constante da violência doméstica e sexual os chamados distúrbios funcionais, distúrbios que freqüentemente não apresentam uma causa médica identificável, tais como síndrome de dor crônica, fobias e ansiedade, o que tornam as mulheres vítimas usuárias freqüentes dos serviços de saúde.
Em relação aos aspectos econômicos, as mulheres em situação de violência perdem com mais freqüência o emprego, têm mais dificuldades em negociar aumentos salariais e promoção na carreira profissional. De acordo com a pesquisa do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, de cada cinco dias trabalhados, as mulheres perdem um por causa da violência.
São inúmeros os prejuízos causados às crianças que de um modo geral assistem as cenas violentas entre os pais, que podem ser também diretamente afetadas e sofrem conseqüências emocionais, como ansiedade, depressão, baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, pesadelos, etc.
A OPAS/OMS (Organização Pan Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde), afirma que "violência de gênero - incluindo o estupro, a violência doméstica, a mutilação, o homicídio e o abuso sexual - constitui um sério problema de saúde para a mulher em âmbito mundial. Apesar da violência de gênero ser uma causa significativa da morbi-mortalidade feminina, quase nunca é visualizada como um tema para a saúde pública". Em julho de 1998, a revista Veja publicou reportagem dizendo que, nos Estados Unidos, um terço das internações de mulheres em unidades de emergência era em conseqüência da violência doméstica.
Doenças sexualmente transmissíveis, doenças pélvicas inflamatórias, gravidez indesejada, aborto espontâneo, dores de cabeça, doenças gastrointestinais, hipertensão e outras doenças crônicas, além de comportamentos danosos à saúde, como fazer sexo inseguro, abusar de drogas e do álcool têm uma incidência bastante alta nas pessoas que vivem em situação de violência doméstica. Surgem ainda transtornos psíquicos como depressão, ansiedade e suicídio (Heise in Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 1994, p.146-55).
Entendemos, no entanto, que não basta garantir o atendimento à saúde. É necessário o resgate da cidadania e dos direitos humanos das mulheres tais como o reconhecimento de seus direitos sociais, econômicos, civis e políticos.
A pesquisa que realizamos por meio dos grupos focais junto às mulheres atendidas no Hospital Pérola Byington, reforçou nossos argumentos junto às autoridades municipais, que aceitaram nossa proposta de criar lei obrigando o serviço de saúde do município a investigar e registrar os dados da violência contra a mulher. Assim foi criada a lei 13.150/2001, na cidade de São Paulo.
fonte: mulheres.org
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Cura pela Hipnose
A antiga técnica, que não é mais vista como show circense, tem auxiliado cada vez mais no tratamento de males modernos.
Por Rachel Martinho
Esqueça de uma vez a imagem de uma pessoa olhando para um pêndulo em movimento e, em seguida, passando por boba ao imitar animais. Isso não existe. Ou melhor, se existir, não acredite, pois não se trata de hipnose. Como explica Jarbas Delfino dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, a técnica não é fantasia e há tempo foi considerada assunto sério pela medicina, auxiliando em vários tratamentos, desde fobias, até depressão e obesidade.
Segundo Odair José Comin, psicólogo e diretor do Delphos Instituto de Psicologia e Hipnose, a ansiedade é um dos principais motivos que levam uma pessoa a buscar a ajuda da hipnose. "Cerca de 90% dos pacientes apresentam algum grau de ansiedade. A maioria já tentou tratar de diversas outras formas, antes de chegar à técnica", diz.
Primeira Sessão
Muitos psicólogos, que antes usavam apenas a psicoterapia convencional, passaram a adotar a hipnose como parte do tratamento. Sem dúvida a técnica pode acelerar o processo terapêutico, pois favorece a abertura do inconsciente e deixa o paciente bem mais predisposto a receber minhas observações, que chegam até ele com um impacto maior", conta Odair Comin.
Na primeira sessão, o profissional procura recolhera maior quantidade possível de dados sobre o paciente. "Fazemos uma anamnese. Conhecer os medos da pessoa antes de começar o trabalho", diz Comin.
Na cadeira do Dentista
O pavor do barulhinho dentário ou medo de sentir dores durante o tratamento de dente levou muitos profissionais da área a aprenderem técnicas de hipnose para relaxar seus pacientes. "Imagine que você está explodindo de dor de cabeça. Ao ver que seu filho sofreu um acidente, imediatamente toda sua atenção estará voltada para socorrê-lo e você esquece completamente a dor. É isso o que a hipnose faz. Desvia a atenção para outro sentimento. Um dentista busca mudar o foco da pessoa para outra emoção que não a da dor que a atormenta", explica o hipnoterapeuta Odair José Comin.
Fonte: Publicado na Revista Pense Leve
Grupo 1 Editora – Ano: 14 - Edição nº 168 - Junho de 2006.
Grupo 1 Editora – Ano: 14 - Edição nº 168 - Junho de 2006.
domingo, 28 de novembro de 2010
Pessoas que têm cintura larga correm mais risco de ter morte prematura.
Morte prematura
Pessoas que têm cintura larga correm mais risco de ter morte prematura.
Pessoas que têm cintura larga, maiores do que 110 centímetros nas mulheres e 120 centímetros nos homens têm mais chance de morte prematura. Segundo o estudo da American Câncer Society, isso independe do IMC (índice de massa corporal, que mede a relação entre peso e altura).
Os pesquisadores notam que o risco de morte aumentava conforme o aumento da circunferência da cintura, independentemente de a pessoa ter peso normal, estar acima do peso normal ou ser obesa. Uma das causas mais comuns da morte foram insuficiência respiratória, seguida de doenças cardiovasculares e depois câncer.
Para os estudiosos que conduziram o estudo, a conclusão é clara: é preciso evitar o aumento na circunferência da cintura
Por Carolina Abranches
fonte: BemStar
Pessoas que têm cintura larga correm mais risco de ter morte prematura.
Pessoas que têm cintura larga, maiores do que 110 centímetros nas mulheres e 120 centímetros nos homens têm mais chance de morte prematura. Segundo o estudo da American Câncer Society, isso independe do IMC (índice de massa corporal, que mede a relação entre peso e altura).
Os pesquisadores notam que o risco de morte aumentava conforme o aumento da circunferência da cintura, independentemente de a pessoa ter peso normal, estar acima do peso normal ou ser obesa. Uma das causas mais comuns da morte foram insuficiência respiratória, seguida de doenças cardiovasculares e depois câncer.
Para os estudiosos que conduziram o estudo, a conclusão é clara: é preciso evitar o aumento na circunferência da cintura
Por Carolina Abranches
fonte: BemStar
Roupas de compressão para malhar prometem reduzir fadiga e acelerar a recuperação pós-treino.
Roupas de compressão
Roupas de compressão para malhar prometem reduzir fadiga e acelerar a recuperação pós-treino.
Você reparou em corredores que praticam o esporte com faixas na canela ou meiões coloridos na perna? Alguns modelos parecem até aquelas meias usadas para quem faz operação de varizes. Na verdade, trata-se de roupas de compressão. Seu uso durante a prática do exercício promete aumentar o rendimento do esporte para atletas profissionais e amadores.
Confeccionados em tecidos elásticos, elas ficam coladas ao corpo. Seu uso, garantem os estudiosos, reduz a fadiga depois da atividade física e acelera a recuperação da musculatura nos momentos de descanso. Além das meionas e faixas, as peças de compressão também são confeccionadas para leggings, bermudas, tops e macacões em tecidos especiais.
Essas roupas são feitas com o conceito daquelas meias medicinais para varizes. No caso, elas atuam sobre o sistema circulatório periférico, aumentando o retorno do sangue venoso e promovendo uma maior oxigenação celular nos músculos. No esporte, as roupas de compressão prometem evitar aquele desconforto muscular que ocorre no corpo após 24 horas de exercício. Esse desconforto são microtraumas causados nas fibras musculares nos exercícios.
De acordo com especialistas do esporte, a compressão também diminui o desconforto causado pela maior circulação sanguínea na região e reduz o diâmetro das veias superficiais, aumentando o fluxo.
Por Carolina Abranches
fonte: Bem Estar.globo
Roupas de compressão para malhar prometem reduzir fadiga e acelerar a recuperação pós-treino.
Você reparou em corredores que praticam o esporte com faixas na canela ou meiões coloridos na perna? Alguns modelos parecem até aquelas meias usadas para quem faz operação de varizes. Na verdade, trata-se de roupas de compressão. Seu uso durante a prática do exercício promete aumentar o rendimento do esporte para atletas profissionais e amadores.
Confeccionados em tecidos elásticos, elas ficam coladas ao corpo. Seu uso, garantem os estudiosos, reduz a fadiga depois da atividade física e acelera a recuperação da musculatura nos momentos de descanso. Além das meionas e faixas, as peças de compressão também são confeccionadas para leggings, bermudas, tops e macacões em tecidos especiais.
Essas roupas são feitas com o conceito daquelas meias medicinais para varizes. No caso, elas atuam sobre o sistema circulatório periférico, aumentando o retorno do sangue venoso e promovendo uma maior oxigenação celular nos músculos. No esporte, as roupas de compressão prometem evitar aquele desconforto muscular que ocorre no corpo após 24 horas de exercício. Esse desconforto são microtraumas causados nas fibras musculares nos exercícios.
De acordo com especialistas do esporte, a compressão também diminui o desconforto causado pela maior circulação sanguínea na região e reduz o diâmetro das veias superficiais, aumentando o fluxo.
Por Carolina Abranches
fonte: Bem Estar.globo
CIGARRO: Empresas se preocupam cada vez mais com o controle do tabagismo
LOC/REPÓRTER: Dados da Organização Internacional do Trabalho, OIT, revelam que pelo menos duzentos mil trabalhadores morrem por ano devido à alta exposição ao cigarro. O dado inclui as pessoas que não fumam, mas que respiram a fumaça emitida pelos fumantes. A fumaça do fumante passivo é cerca de quatro vezes mais tóxica que a fumaça aspirada pelo fumante. No Brasil, leis proíbem o fumo no local de trabalho. As empresas têm se preocupado em promover ambiente seguro e saudável aos funcionários e clientes. Segundo Adriana Carvalho, advogada da Aliança de Controle do Tabagismo, as empresas podem adotar ambientes livres do fumo e ressalta:
TEC/SONORA: advogada da Aliança de Controle do Tabagismo – Adriana Carvalho
"A idéia é produzir essa nova medida na empresa sem que traga conflitos entre fumantes e não fumantes. A idéia é trazer a conscientização, informar e divulgar que quando se fuma em lugares fechados prejudica a saúde de todo mundo. Até dos próprios fumantes, por que ele é fumante passivo da própria fumaça e da fumaça de outros fumantes. Então a idéia é proteção de todos e não só dos não fumantes. Ela pode divulgar informações sobre os riscos e o malefícios do tabagismo, oferecer palestras. Uma questão é mais da empresa mesmo usar o bom senso e o empregado também usar o bom senso."
LOC/REPÓRTER: Ainda de acordo com Adriana Carvalho, com essas medidas as empresas ajudam no controle do fumo, não só no trabalho como também nas residências.
TEC/SONORA: advogada da Aliança de Controle do Tabagismo – Adriana Carvalho
"A gente sabe que quando não se permite o fumo em lugares fechados públicos, como ambientes e trabalho, bares e restaurantes os fumantes tendem a formar a adquirir uma consciência de não fumar nos lugares fechados na própria residência. Então, traz um beneficio para a própria família do trabalhador. Então, sem dúvida as empresas podem ser sim agentes de promoção do controle do tabagismo."
LOC/REPÓRTER: Andriana Carvalho ressalta que é obrigação das empresas oferecer condições saudáveis de trabalho. No Brasil, a lei número nove mil e duzentos e noventa e quatro, de mil novecentos e noventa e seis, prevê a preservação do ar em ambientes fechados além da proteção aos não fumantes.
Reportagem, Suely Frota
fonte: Portal da Saúde
Ministério da Saúde renova acordo com indústria para melhorar alimentação dos brasileiros
Meta de redução de gordura trans nos alimentos já foi alcançada por 94,6% das empresas. Esforço agora é reduzir sódio/sal, açúcar e gordura saturada
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quinta-feira (25), em Brasília, acordo de cooperação com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) que prorroga por mais três anos o Fórum da Alimentação Saudável. Estudo feito pela Abia, em parceria com o governo federal, revela que 94,6% das empresas associadas à entidade, em média, alcançaram a meta estabelecida em 2007, quando o Fórum foi criado: cerca de 230 mil toneladas de gordura trans deixaram de ir para as prateleiras em 2009, na comparação com 2008.
“Esse resultado demonstra o acerto da estratégia do governo e da indústria sentarem e estabelecerem uma agenda, uma pauta, onde a questão da saúde pública foi colocada na mesa, com resultados importantes”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
As metas de redução desse tipo de gordura foram definidas a partir de recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que estabelece o limite de 5% de presença de gordura trans do total de gorduras em alimentos processados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas. Ao todo, foram avaliadas doze categorias de alimentos, incluindo snacks, massas instantâneas, sorvetes, caldos, chocolates, sopas, panetones, óleos, pratos prontos, biscoitos e bolos, além de margarinas e cremes vegetais. Para a escolha dessas categorias, a Abia – que representa cerca de 70% do setor produtivo nacional – fez um levantamento e selecionou os grupos de alimentos que apresentavam teores mais elevados de gorduras trans.
Desde a criação do Fórum da Alimentação Saudável – estabelecido com o objetivo principal de encontrar alternativas viáveis para a substituição e a conseqüente redução de alimentos prejudiciais à saúde dos brasileiros – foram desenvolvidas importantes ações conjuntas entre os órgãos parceiros: Ministério da Saúde, Abia e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
PRORROGAÇÃO – O acordo foi prorrogado para dar continuidade aos esforços em se atingir 100% das metas de redução de gorduras trans em todos os produtos industrializados. Principalmente, em categorias de alimentos que obtiveram resultados menos expressivos quanto à redução de gorduras trans, como margarinas e cremes vegetais, bolos e biscoitos. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003/IBGE), o consumo domiciliar per capita anual de margarina foi de 1,62kg e, o de biscoitos, 4,81kg.
O esforço de aperfeiçoar a qualidade dos produtos que chegam às prateleiras demonstra o empenho e a articulação entre governo e indústria. Por isso, as medidas previstas no Fórum da Alimentação Saudável também são extremamente importantes para a gradual redução do teor de sódio/sal e açúcar nos alimentos processados. A expectativa é que, até 2020, o consumo de sal pela população brasileira seja reduzido em 50%.
“ A redução do teor de sal é um novo desafio. O consumo excessivo pode causar, a longo prazo, problemas de saúde pública como hipertensão arterial, entre outros. Entregamos à Abia um documento técnico com prioridades para a redução. Haverá agora o desenvolvimento de um trabalho técnico, com estabelecimento de metas, para que esse trabalho continue avançando”, afirmou o ministro Temporão.
Estudos apontam que a redução de 3 gramas no consumo diário de sal levaria a uma redução de 13% nos casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 10% nas doenças isquêmicas do coração.
RISCOS À SAÚDE – O consumo de altas taxas de gorduras trans e sal aumentam os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e AVC. No Brasil, segundo dados da POF (2008-2009/IBGE), cerca de um terço das crianças com idade entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso. Entre os adultos, esse percentual chega a 50%.
Além disso, a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) apontou que, em 2009, 24,4% da população adulta das capitais brasileiras foi diagnosticada como hipertensa e 5,8% como diabética. Nesta população, as doenças cardíacas são mais graves, de difícil tratamento e de alto custo para o sistema de saúde. Por isso, o esforço de aprimorar os alimentos para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos brasileiros é preocupação permanente do Ministério da Saúde.
fonte: Portal da Saude
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quinta-feira (25), em Brasília, acordo de cooperação com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) que prorroga por mais três anos o Fórum da Alimentação Saudável. Estudo feito pela Abia, em parceria com o governo federal, revela que 94,6% das empresas associadas à entidade, em média, alcançaram a meta estabelecida em 2007, quando o Fórum foi criado: cerca de 230 mil toneladas de gordura trans deixaram de ir para as prateleiras em 2009, na comparação com 2008.
“Esse resultado demonstra o acerto da estratégia do governo e da indústria sentarem e estabelecerem uma agenda, uma pauta, onde a questão da saúde pública foi colocada na mesa, com resultados importantes”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
As metas de redução desse tipo de gordura foram definidas a partir de recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que estabelece o limite de 5% de presença de gordura trans do total de gorduras em alimentos processados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas. Ao todo, foram avaliadas doze categorias de alimentos, incluindo snacks, massas instantâneas, sorvetes, caldos, chocolates, sopas, panetones, óleos, pratos prontos, biscoitos e bolos, além de margarinas e cremes vegetais. Para a escolha dessas categorias, a Abia – que representa cerca de 70% do setor produtivo nacional – fez um levantamento e selecionou os grupos de alimentos que apresentavam teores mais elevados de gorduras trans.
Desde a criação do Fórum da Alimentação Saudável – estabelecido com o objetivo principal de encontrar alternativas viáveis para a substituição e a conseqüente redução de alimentos prejudiciais à saúde dos brasileiros – foram desenvolvidas importantes ações conjuntas entre os órgãos parceiros: Ministério da Saúde, Abia e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
PRORROGAÇÃO – O acordo foi prorrogado para dar continuidade aos esforços em se atingir 100% das metas de redução de gorduras trans em todos os produtos industrializados. Principalmente, em categorias de alimentos que obtiveram resultados menos expressivos quanto à redução de gorduras trans, como margarinas e cremes vegetais, bolos e biscoitos. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003/IBGE), o consumo domiciliar per capita anual de margarina foi de 1,62kg e, o de biscoitos, 4,81kg.
O esforço de aperfeiçoar a qualidade dos produtos que chegam às prateleiras demonstra o empenho e a articulação entre governo e indústria. Por isso, as medidas previstas no Fórum da Alimentação Saudável também são extremamente importantes para a gradual redução do teor de sódio/sal e açúcar nos alimentos processados. A expectativa é que, até 2020, o consumo de sal pela população brasileira seja reduzido em 50%.
“ A redução do teor de sal é um novo desafio. O consumo excessivo pode causar, a longo prazo, problemas de saúde pública como hipertensão arterial, entre outros. Entregamos à Abia um documento técnico com prioridades para a redução. Haverá agora o desenvolvimento de um trabalho técnico, com estabelecimento de metas, para que esse trabalho continue avançando”, afirmou o ministro Temporão.
Estudos apontam que a redução de 3 gramas no consumo diário de sal levaria a uma redução de 13% nos casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 10% nas doenças isquêmicas do coração.
RISCOS À SAÚDE – O consumo de altas taxas de gorduras trans e sal aumentam os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e AVC. No Brasil, segundo dados da POF (2008-2009/IBGE), cerca de um terço das crianças com idade entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso. Entre os adultos, esse percentual chega a 50%.
Além disso, a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) apontou que, em 2009, 24,4% da população adulta das capitais brasileiras foi diagnosticada como hipertensa e 5,8% como diabética. Nesta população, as doenças cardíacas são mais graves, de difícil tratamento e de alto custo para o sistema de saúde. Por isso, o esforço de aprimorar os alimentos para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos brasileiros é preocupação permanente do Ministério da Saúde.
fonte: Portal da Saude
Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)
Recebi o seguinte texto por email e resolvi compartilhar (este blog aceita comentários)
REPASSANDO...
Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)
Devemos passar a noite com axila limpa e sem desodorante, para ser um momento de respiração livre da axila.
Há um tempo, fui a um seminário, sobre Câncer da Mama, conduzido por
Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.
Durante os debates, perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila.
A minha pergunta não pode ser respondida na hora.
Esta informação foi-me enviada, recentemente, e alegro-me por a minha pergunta ter sido respondida.
Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar..
Agora quero compartilhar a informação com vocês.
A principal causa de Câncer da Mama é o uso de anti-transpirantes!
Sim, ANTITRANSPIRANTES.
A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/ desodorizantes.
Vejam bem os rótulos!
DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não.
A concentração das toxinas provoca a mutação das células:
CÂNCER. Eis aqui a razão:
O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas:atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.
As toxinas são eliminadas com a transpiração.
Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.
Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas.
Como não saem pelo suor, o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.
A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama.
Precisamente onde se encontram as glândulas.
Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Câncer da Mama por causa dos anti-transpirantes que usam,ao invés de água e sabão.
A diferença está no fato de os anti-transpirantes usados pelos homens não serem aplicados diretamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.
As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após rasparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.
Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas..
O Câncer da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.
Se, de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as suas próprias
investigações..
Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.
REPASSANDO...
Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)
Devemos passar a noite com axila limpa e sem desodorante, para ser um momento de respiração livre da axila.
Há um tempo, fui a um seminário, sobre Câncer da Mama, conduzido por
Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.
Durante os debates, perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila.
A minha pergunta não pode ser respondida na hora.
Esta informação foi-me enviada, recentemente, e alegro-me por a minha pergunta ter sido respondida.
Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar..
Agora quero compartilhar a informação com vocês.
A principal causa de Câncer da Mama é o uso de anti-transpirantes!
Sim, ANTITRANSPIRANTES.
A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/ desodorizantes.
Vejam bem os rótulos!
DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não.
A concentração das toxinas provoca a mutação das células:
CÂNCER. Eis aqui a razão:
O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas:atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.
As toxinas são eliminadas com a transpiração.
Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.
Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas.
Como não saem pelo suor, o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.
A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama.
Precisamente onde se encontram as glândulas.
Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Câncer da Mama por causa dos anti-transpirantes que usam,ao invés de água e sabão.
A diferença está no fato de os anti-transpirantes usados pelos homens não serem aplicados diretamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.
As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após rasparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.
Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas..
O Câncer da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.
Se, de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as suas próprias
investigações..
Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.
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