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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
Cientistas desenvolvem anti-inflamatório à base de óleo natural extraído da copaíba.
Está em desenvolvimento na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP um anti-inflamatório proveniente do óleo da copaíba, árvore encontrada em todo o Brasil, mas com maior concentração na Amazônia.
O professor Osvaldo de Freitas, coordenador da FCFRP, explica que mesmo após comprovada a capacidade anti-inflamatória, há muitos passos antes de produzir algo que possa ser comercializado.
– Medicamento é diferente de remédio. Como remédio, o óleo de copaíba já é usado, mas medicamento precisa passar por vários testes científicos, ser registrado pela Anvisa –, diz.
O óleo-resina de copaíba é um óleo muito difundido no Brasil e pode ser encontrado à venda em quase todas as feiras livres, mercados populares, ervanários e farmácias de produtos naturais de todo o país. Ele é utilizado na medicina popular como cicatrizante, antiinflamatório, no tratamento de bronquites e doenças de pele. Já na indústria é utilizado principalmente como fixador para perfumes e como solvente para tintas e vernizes (Wikipédia).
Formas de obtenção
O óleo-resina de copaíba é obtido de diversas espécies de árvores do gênero Copaifera (Caesalpiniaceae, Leguminosae), onde é extraído, geralmente, por meio de incisões ou perfurações no caule. A extração do óleo se dá basicamente de três formas:- Extração tradicional - É a extração realizada através de uma abertura do tronco da árvore realizada com machado, que praticamente inutiliza a planta e desperdiça grandes quantidades de óleo. A descrição de Le Conte (1927) sobre esse processo resume tudo: para extração emprega-se um processo grosseiro, que consiste em abrir a árvore com o machado até o seu âmago, e a árvore quando não morre, nunca mais fornece outra colheita.
- Extração total - É a obtenção do óleo a partir das grandes derrubadas, onde as árvores são abatidas e abertas para extração total de seu óleo, a madeira é vendida ou simplesmente queimada para dar lugar aos roçados.
- Extração racional - É a realizada com a utilização de um trado, com o qual se faz um pequeno orifício no tronco da árvore, buscando atingir o seu veio, vedando em seguida o canal de extração. Para obtenção do óleo, é inserido ao orifício no tronco um cano com uma mangueira que conduz o óleo a um recipiente. Após a produção, o pedaço de cano é vedado com uma rosca e permanece no tronco para facilitar futuras extrações.
Composição química
Quimicamente, o óleo-resina de copaíba pode ser definido como uma solução de diterpenos ácidos em um óleo essencial constituído majoritariamente por sesquiterpenos. Do ponto de vista biológico, é um produto de excreção ou desintoxicação do organismo vegetal, e funciona como defesa da planta contra animais, fungos e bactérias.![]() |
| Copaíba |
Uso tradicional
A copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótico da mata, que já salvou vidas de muitos caboclos e índios seriamente feridos. Em algumas regiões, o chá da casca é bastante utilizado como anti-inflamatório. Em Belém, a garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo de copaíba. Isto porque é cada vez mais difícil encontrar o óleo. A casca entra na composição de todos os lambedores ou xaropes para tosse. Nos Andes do Peru, o óleo de copaíba é utilizado para estrangúria, sífilis e catarros.
Áreas beneficiadas pelo óleo: Acne, espinha, aftas, estomatites, alcoolismo, alergia respiratória, amidalite, anemia, azia, má digestão, artrite, artrose, asma, aumento de força muscular, bronquite, bursite, câimbra, câncer, caspa e seborréia, celulite, ciática, cirrose, cistos, coceiras, colesterol, cólicas, depressão, derrame, desinteria, diabetes, distúrbios emocionais, doenças da próstata, dores, envelhecimento precoce, estrias, excesso de peso, febre, feridas, frieiras, furúnculos, gases, gengivite, gastrite, gota, hemorragias, herpes, hipertensão, hemorróidas, impotência sexual, infarto, inflamações em geral, intestino preso, insônia, leucorréia, mau hálito, mau odor dos pés, micoses em geral, mioma, náuseas, obesidade, pedras nos rins, psoríase, queda de cabelo, reumatismo, sintomas de menopausa, tensão pré-menstrual, tosses, tumores em geral, úlceras, varizes, vermes, verrugas, vitiligo, queimaduras.
Previne mais de 70 doenças porque elimina as impurezas e toxinas que prejudicam nosso organismo.
Modo de usar:
Ingerir via oral ou passar no local:
1ª semana: uma gota após o café da manhã
2ª semana: duas gotas após o café da manhã, duas gotas após o almoço
3ª semana: três gotas após o café da manhã, três gotas após o almoço, três gotas após o jantar.
A compra de produtos naturais como o óleo da copaíba e a escolha por alimentos saudáveis não são mais preocupações exclusivas dos considerados “naturebas”. A filosofia do bem-estar e da longevidade ganha cada vez mais seguidores no Brasil.
A prova disso é um estudo realizado pela Euromonitor International no ano de 2010, o qual mostra que o consumo de alimentos e outros produtos saudáveis no País praticamente dobrou nos últimos cinco anos, registrando um aumento de 82%. O setor que movimentava R$ 8,5 bilhões em 2004 passou para R$ 15,5 bilhões em 2009. E a boa notícia não para por aí: os números devem chegar a R$ 21,5 bilhões até 2014. A pesquisa considerou os produtos diet e light, funcionais, orgânicos e fortificados, além dos específicos para certos tipos de intolerância alimentar.
Referências gerais
:: Reportagem do globo repórter exibida em 21/11/03, Wikipédia, Correio do Brasil, AmazonLink.quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Inaugurada emissora de TV Canal Saúde
Profissionais de todo o país passam agora a contar com um canal de informação e mobilização sobre os assuntos relacionados à saúde
O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deixou de ser um veículo de comunicação meramente virtual para se transformar em uma emissora de TV. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou oficialmente nesta terça-feira (21) a TV Canal Saúde, que pode ser sintonizada por antenas parabólicas em todo o país. Um acordo do Ministério da Saúde com a Oi TV também permitirá que o canal seja sintonizado por intermédio dessa operadora por conselhos municipais e estaduais de Saúde, a partir de 2011. O objetivo é facilitar o acesso da população à programação, que inclui, por exemplo, orientações sobre prevenção a doenças e promoção da saúde.
Nesta terça-feira, foram assinados um acordo de cooperação entre os ministérios da Saúde, da Educação, da Ciência e Tecnologia e da Cultura, nomeando o Canal Saúde gestor da faixa dedicada à área da saúde na TV digital pública, além de duas portarias. Em uma delas, consta que o Canal Saúde representará o Ministério da Saúde nos comitês de programação e gestão da TV digital. A outra portaria formaliza o compromisso do Canal Saúde como responsável pelo canal da saúde na Oi TV.
"Esta ação inaugura uma nova era no campo da comunicação em saúde. E esta é, para mim, uma questão contemporânea e central no que diz respeito ao futuro do Sistema Único de Saúde (SUS): o campo da disseminação da informação", ressaltou o ministro. "A saúde recebe agora um grande estímulo, um espaço que leve mais informação aos profissionais e, não apenas a eles, mas à população".
A principal veiculação da nova emissora é por intermédio de antena parabólica digital. Outra forma de veiculação é um canal exclusivo na Oi TV. A operadora de TV por assinatura deve doar mais de 5 mil kits de recepção (antena da Oi, receptor digital e aparelho de televisão) aos conselhos municipais e estaduais de saúde, facilitando o acesso à programação do Canal Saúde.
Durante 16 anos, o Canal Saúde funcionou como um canal virtual. Ao se transformar em uma emissora de televisão, passa a gerenciar um canal próprio, inicialmente, com 12 horas de programação ininterrupta, das 9h às 21h. O investimento do Ministério da Saúde e da Fiocruz para transformá-lo em emissora de TV foi de R$ 5,9 milhões.
"É uma emissora que nasce, com certeza, pelo tamanho do SUS. O Sistema Único merecia um canal de saúde", reforçou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Antonio Alves. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Reinaldo Guimarães, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, também participaram da inauguração do Canal Saúde.
MEDICAMENTO CONTRA TUBERCULOSE – Na cerimônia, foi firmado um acordo entre a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), com o laboratório indiano Lupin para a fabricação de uma combinação de medicamentos (4 em 1) contra a tuberculose. A medida, além de viabilizar a produção nacional, visa reduzir o abandono do tratamento pelos pacientes de tuberculose. A estimativa é que a tuberculose hoje custe R$ 11 milhões por ano aos cofres públicos.
"Um dos grandes problemas mais importantes no tratamento da tuberculose é o fato de os pacientes terem de tomar os medicamentos por pelo menos seis meses. Além disso, hoje se tem o tratamento em medicamentos separados. Então, são muitos comprimidos por dia. Esses são alguns dos fatores que explicam a baixa adesão, o que queremos evitar", apontou o ministro, destacando que a parceria, ainda, reduz a dependência da produção externa desses medicamentos.
INSTITUTOS NACIONAIS – Temporão ainda inaugurou a Sala Adolpho Lutz, onde funciona a direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e assinou portarias que designam o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) como Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente e Instituto Nacional de Infectologia, respectivamente. Outra portaria assinada pelo ministro definiu que a Fiocruz, por meio de seu presidente, coordenará a elaboração da proposta de um futuro Instituto Nacional de Neurociências.
Os Institutos Nacionais são órgãos auxiliares do Ministério da Saúde no desenvolvimento, na coordenação e na avaliação das ações integradas para a saúde. Cada um na sua especialidade – saúde da mulher, da criança e do adolescente e infectologia –, eles têm entre suas atribuições planejar, coordenar e realizar pesquisa clínica, básica, aplicada, biomédica, epidemiológica e em ciências sociais em saúde; formar profissionais para o SUS; fortalecer a capacidade nacional de resposta frente a emergências e ameaças à saúde pública; coordenar redes colaborativas nacionais e internacionais; e desenvolver atividades assistenciais de referência no âmbito do SUS, entre outras.
O Instituto de Neurociências, quando criado, deverá conjugar atividades de pesquisas básicas e aplicadas; de planejamento e formulação de políticas públicas; e de formação e treinamento de cientistas e profissionais na área do cérebro, mente, comportamento e sistema nervoso.
fonte: Portal da Saúde
O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deixou de ser um veículo de comunicação meramente virtual para se transformar em uma emissora de TV. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou oficialmente nesta terça-feira (21) a TV Canal Saúde, que pode ser sintonizada por antenas parabólicas em todo o país. Um acordo do Ministério da Saúde com a Oi TV também permitirá que o canal seja sintonizado por intermédio dessa operadora por conselhos municipais e estaduais de Saúde, a partir de 2011. O objetivo é facilitar o acesso da população à programação, que inclui, por exemplo, orientações sobre prevenção a doenças e promoção da saúde.
Nesta terça-feira, foram assinados um acordo de cooperação entre os ministérios da Saúde, da Educação, da Ciência e Tecnologia e da Cultura, nomeando o Canal Saúde gestor da faixa dedicada à área da saúde na TV digital pública, além de duas portarias. Em uma delas, consta que o Canal Saúde representará o Ministério da Saúde nos comitês de programação e gestão da TV digital. A outra portaria formaliza o compromisso do Canal Saúde como responsável pelo canal da saúde na Oi TV.
"Esta ação inaugura uma nova era no campo da comunicação em saúde. E esta é, para mim, uma questão contemporânea e central no que diz respeito ao futuro do Sistema Único de Saúde (SUS): o campo da disseminação da informação", ressaltou o ministro. "A saúde recebe agora um grande estímulo, um espaço que leve mais informação aos profissionais e, não apenas a eles, mas à população".
A principal veiculação da nova emissora é por intermédio de antena parabólica digital. Outra forma de veiculação é um canal exclusivo na Oi TV. A operadora de TV por assinatura deve doar mais de 5 mil kits de recepção (antena da Oi, receptor digital e aparelho de televisão) aos conselhos municipais e estaduais de saúde, facilitando o acesso à programação do Canal Saúde.
Durante 16 anos, o Canal Saúde funcionou como um canal virtual. Ao se transformar em uma emissora de televisão, passa a gerenciar um canal próprio, inicialmente, com 12 horas de programação ininterrupta, das 9h às 21h. O investimento do Ministério da Saúde e da Fiocruz para transformá-lo em emissora de TV foi de R$ 5,9 milhões.
"É uma emissora que nasce, com certeza, pelo tamanho do SUS. O Sistema Único merecia um canal de saúde", reforçou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Antonio Alves. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Reinaldo Guimarães, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, também participaram da inauguração do Canal Saúde.
MEDICAMENTO CONTRA TUBERCULOSE – Na cerimônia, foi firmado um acordo entre a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), com o laboratório indiano Lupin para a fabricação de uma combinação de medicamentos (4 em 1) contra a tuberculose. A medida, além de viabilizar a produção nacional, visa reduzir o abandono do tratamento pelos pacientes de tuberculose. A estimativa é que a tuberculose hoje custe R$ 11 milhões por ano aos cofres públicos.
"Um dos grandes problemas mais importantes no tratamento da tuberculose é o fato de os pacientes terem de tomar os medicamentos por pelo menos seis meses. Além disso, hoje se tem o tratamento em medicamentos separados. Então, são muitos comprimidos por dia. Esses são alguns dos fatores que explicam a baixa adesão, o que queremos evitar", apontou o ministro, destacando que a parceria, ainda, reduz a dependência da produção externa desses medicamentos.
INSTITUTOS NACIONAIS – Temporão ainda inaugurou a Sala Adolpho Lutz, onde funciona a direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e assinou portarias que designam o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) como Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente e Instituto Nacional de Infectologia, respectivamente. Outra portaria assinada pelo ministro definiu que a Fiocruz, por meio de seu presidente, coordenará a elaboração da proposta de um futuro Instituto Nacional de Neurociências.
Os Institutos Nacionais são órgãos auxiliares do Ministério da Saúde no desenvolvimento, na coordenação e na avaliação das ações integradas para a saúde. Cada um na sua especialidade – saúde da mulher, da criança e do adolescente e infectologia –, eles têm entre suas atribuições planejar, coordenar e realizar pesquisa clínica, básica, aplicada, biomédica, epidemiológica e em ciências sociais em saúde; formar profissionais para o SUS; fortalecer a capacidade nacional de resposta frente a emergências e ameaças à saúde pública; coordenar redes colaborativas nacionais e internacionais; e desenvolver atividades assistenciais de referência no âmbito do SUS, entre outras.
O Instituto de Neurociências, quando criado, deverá conjugar atividades de pesquisas básicas e aplicadas; de planejamento e formulação de políticas públicas; e de formação e treinamento de cientistas e profissionais na área do cérebro, mente, comportamento e sistema nervoso.
fonte: Portal da Saúde
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Veja propriedades das frutas que ajudam a controlar o peso
Todo mundo sabe que frutas e verduras são componentes essenciais para uma alimentação saudável, mas o que nem todos sabem é qual a função específica de cada fruta no organismo. Segundo a nutróloga Tamara Mazaracki, existem frutas que, por seus componentes, são mais eficazes para o controle do peso. Descubra quais são elas e porque devem fazer parte de sua dieta na galeria de fotos, clicando na aba acima.
"De modo geral são pobres em calorias e riquíssimas em nutrientes como vitaminas, minerais e fibras, mas o maior diferencial dessas frutas é a abundância de água, o que ajuda a dar saciedade e a estimular a função renal", disse. A profissional afirmou ainda que para conseguir suprir o organismo com todos os nutrientes necessários, o ideal é variar bastante na escolha das frutas a serem consumidas e não se restringir a um único tipo.
Podem ser consumidas sem culpa ou restrição. Compõem uma sobremesa ideal, já que algumas possuem sabor adocicado e são essenciais para substituir doces calóricos. Além disso, são as mais indicadas para os momentos de fome ao longo do dia, geralmente saciados com outros alimentos que estragam refeições importantes e possuem mais calorias.
fonte: Terra
"De modo geral são pobres em calorias e riquíssimas em nutrientes como vitaminas, minerais e fibras, mas o maior diferencial dessas frutas é a abundância de água, o que ajuda a dar saciedade e a estimular a função renal", disse. A profissional afirmou ainda que para conseguir suprir o organismo com todos os nutrientes necessários, o ideal é variar bastante na escolha das frutas a serem consumidas e não se restringir a um único tipo.
Podem ser consumidas sem culpa ou restrição. Compõem uma sobremesa ideal, já que algumas possuem sabor adocicado e são essenciais para substituir doces calóricos. Além disso, são as mais indicadas para os momentos de fome ao longo do dia, geralmente saciados com outros alimentos que estragam refeições importantes e possuem mais calorias.
fonte: Terra
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Novo registro dá acesso a pesquisas com seres humanos no Brasil
Difusão de ensaios clínicos em curso era restrita a publicações científicas.
Cadastro nacional de estudos foi lançado pelo governo nesta quinta (16).
O Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz e a Organização Pan-Americana de Saúde lançaram nesta quinta-feira (16) o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos. Antes, as pesquisas com seres humanos realizadas no país eram registradas em sistemas estrangeiros, geralmente em inglês, o que restringia o acesso dos interessados.
A plataforma é trilíngue (português, espanhol e inglês) e estará aberta também a estudos estrangeiros. Portanto, o novo registro deverá ajudar no recrutamento de voluntários para teste de novos medicamentos, por exemplo.
A expectativa do governo é que 200 estudos sejam registrados por ano.
O desenvolvimento do Registro, feito em software livre, custou US$ 130 mil.
fonte: G1
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mortes por doenças crônicas caem 17% no Brasil entre 1996 e 2007
Doenças cardiovasculares representaram 29,4% do total de óbitos.
Incidência de diabetes tipo 2 cresce 10% no período.
Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (14) mostram que as mortes causadas por doenças crônicas caíram 17% no Brasil, entre 1996 e 2007. No período, a cada 100 mil habitantes, o número de óbitos foi de 569 para 475. Mesmo com a redução, o grupo ainda é a principal causa de morte no país, com 67% do total - foram 705,5 mil vítimas só em 2007. Entre as patologias estão as doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, neoplasias e o diabetes.
As informações constam no "Saúde Brasil 2009", publicação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Doenças cardiovasculares como infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC) mataram 308 mil pessoas em 2007 e ainda são a principal causa de óbitos no país, com 29,4% do total.
No caso das patologias respiratórias como enfisemas pulmonares e asma, o número de mortes caiu 2,8% ao ano no período considerado pela pesquisa. Para o Ministério da Saúde, o resultado está ligado com a redução no tabagismo no Brasil. Entre 1989 e 2009, o número de fumantes no país caiu de 35% para 16,2%.
O órgão destacou o crescimento de 10% na incidência de diabetes tipo 2 (mellitus). A doença está ligada, principalmente, à obesidade e ao histórico familiar. Segundo o sistema Vigitel, voltado para o monitoramento de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis, o número de obesos foi de 11,4% para 13,9% da população brasileira, entre 2006 e 2009.
fonte: G1
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Bem-estar no verão: luz do sol funciona como antidepressivo natural
Maior luminosidade e calor da estação provocam reações químicas que levam as pessoas às ruas
Sabe aquela sensação de sentar na areia e observar o mar? De colocar a mão para fora da janela do carro e sentir o vento? De passear no parque com os filhos? São cenas comuns no verão, e o prazer que causam pode ser explicado química e psicologicamente.Um abraço, agora, tende a ser melhor que no inverno. Isso porque, com os dias mais longos do verão, ficamos mais expostos ao sol, que nos traz calor e luminosidade. Essa luminosidade bate no corpo, reage e cria substâncias importantes.
— É como um antidepressivo natural — define a professora de Psicologia e Medicina da Unisul Maria do Rosário.
Ao ar livre
Além de causar essa reação química, o sol enche ruas, praças e praias. Essa proximidade com outras pessoas é um combustível que nos anima.
— Verão é época de abertura, de nos relacionarmos mais, ficarmos em contato com a natureza, termos uma vida mais saudável e mais trocas afetivas — diz Maria do Rosário.
Esta época também nos faz ficar menos doentes, afirma a psicóloga Angelita Quintino Egert, vice-presidente do Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina.
— Existe depressão de inverno, mas mais nas regiões polares. Lá, no inverno, há pouca luz. Desde a década de 1970, há pesquisas comprovando a importância da luminosidade. Muitas pessoas chegam a ser tratadas por sessão de fototerapia — conta Angelita.
Especialista em atividade física e saúde, o professor da UFSC Markus Nahas diz que, de modo geral, ganhamos em bem-estar no verão. Cabe planejar o que fazer com o tempo livre. Se as praias estão longe, aproveite parques e praças. A dica fundamental é: saia de casa.
10 dicas para curtir
— Aproveite o sol - a luminosidade estimula o corpo a produzir substâncias que nos dão mais ânimo
— Mas aproveite o sol nos horários certos - antes das 10h e depois das 17h. Senão ele pode se tornar um vilão, causando problemas na sua pele
— Pegue sol todos os dias. Uma caminhada no início da manhã ou no fim de tarde é uma boa alternativa
— Prefira fazer exercícios ao ar livre a ambientes fechados como de academias, principalmente as com ar-condicionado
— Os jovens costumam trocar o dia pela noite no verão. Não precisam evitar a noite, mas uma boa dica é equilibrar, aproveitar o dia também
— O cuidado com a alimentação é fundamental para o nosso bem-estar; evite alimentos calóricos e beba muita água
— O contato com a natureza estimula o corpo a produzir hormônios importantes para a sensação de bem-estar
— Reunir a família e os amigos nos torna mais felizes e ajuda a prevenir doenças
— O verão é uma boa época para os idosos reverem o costume de não sair muito de casa. Pegar um solzinho é importante para, por exemplo, evitar doenças de pele
— Faça uma corrida, dê caminhadas, ande de bicicleta, passeie com o cachorro, jogue vôlei com os amigos, vá nadar ou surfar, enfim, movimente-se.
REVISTA DE VERÃO
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Hábito seguro: 10 dicas para evitar lesões durante os exercícios físicos
Roupas com tecidos que facilitem a transpiração e evaporação do suor são as mais indicadas
Como é habitual nessa época do ano, muitas pessoas começar a praticar exercícios físicos, motivados pelas temperaturas mais agradáveis e pelo desejo de melhorar o corpo. Mas, assim como aumenta a corrida para as academias e parques, cresce o risco de lesões decorrentes da falta de instrução profissional e de exageros.— O exercício é como um remédio: se você não ingere terá problemas, se ingere em excesso, poderá fazer mal — alerta o professor de educação física e personal trainer, Márcio Soares, especialista do Consultório Bem-estar.
Têm dúvidas sobre saúde, alimentação, nutrição ou mente? Mande sua pergunta para nós e ela será respondida por um dos nossos especialistas
Segundo ele, o erro mais comum é começar a se exercitar sem auxílio profissional, de forma desordenada e incompatível com suas capacidades físicas.
— A individualidade biológica deve ser observada e seus limites respeitados para que não ocorram desequilíbrios, sendo que o trabalho de condicionamento físico deve ser planejado individualmente.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Entrevista com Bethe Hekoph
O Bem Estar conversa nesta edição com a terapeuta Bethe Hekoph, uma pessoa de grande versatilidade, interessantíssima e de muitas vivências na área terapêutica.
"Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. "Bethe, conte-nos um pouco da tua trajetória, da tua infância.
Na verdade, a minha trajetória terapêutica já se manifestou desde cedo a partir da sensibilidade e emotividade que sempre fizeram parte da minha vida. Sempre gostei muito de ler e, desde que aprendi a fazê-lo, devorava todos os tipos de livros. Adorava saber tudo o que a ciência descobria sobre o corpo, a mente, as doenças... e, às vezes tinha a nítida impressão de que aquilo tudo me era muito familiar. Quando encarei o período de vestibular, até pensei em fazer medicina, mas, sentia um medo (quase pavor) de correr o risco de contribuir para a morte de alguém. A sensação era de que eu precisava estar estudando muito e ajudando os médicos em tudo que pudesse estar nas entrelinhas de um processo clínico. Aos poucos fui percebendo que o que me atraía era a diagnose, já que o diagnóstico era dos médicos...
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domingo, 5 de dezembro de 2010
Saúde e sabor
É direta a relação entre nutrição, saúde e qualidade de vida. A mudança e a prática diária de bons hábitos alimentares são fundamentais para a promoção da saúde e do equilíbrio físico e mental do organismo.
Os livros de Receitas Saúde & Sabor com Equilíbrio Volumes I e II foram elaborados com o objetivo de incentivar a mudança de hábitos alimentares de maneira prática e saborosa para toda família.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Cuide bem dos seus joelhos, cotovelos e calcanhares
Cuidar dos joelhos, cotovelos e calcanhares nem sempre é a prioridade de quem está em busca de uma pele macia. E essas partes do corpo sempre ficam ressecadas e escurecidas.
Manter a pele dessas regiões sempre macia e sedosa requer um pouco mais de atenção. A dermatologista Christiana Alonso Moron explica que a pele de joelhos, cotovelos e calcanhares é, naturalmente, mais espessa que o restante. “São áreas de trauma, que invariavelmente sofrem impactos. São mais grossas por haver alta concentração de camada córnea, a camada mais superficial da pele.”
Geralmente, apoiamos os cotovelos para escrever, digitar ou até mesmo descansar sobre uma mesa. Ficamos ajoelhados para pegar algo que está no chão, longe do alcance das mãos, fazer exercícios ou brincar com crianças. E os calcanhares, principalmente os femininos, sofrem com saltos e sapatos mal ajustados, além de aguentar todo o peso do nosso corpo.
Essas situações fazem com que a pele fique mais ressecada que o restante e, às vezes, também um pouco mais escurecida por conta da repetição de traumas no local. Moron explica que pele acaba engrossando para se proteger. No caso de joelhos e cotovelos, a sobra de pele, necessária por ser uma região de intensa mobilidade, também é um fator que contribui para que o aspecto escuro seja mais visível.
Para amenizar essa indesejável aparência, nada melhor que hidratação diária, após o banho. “O ideal é utilizar cremes a base de uréia, que possuem alto poder hidratante e agem na quebra das camadas córneas”, recomenda Moron.
E é preciso ficar atenta. “A lesão também pode ser uma doença inflamatória e crônica, chamada psoríase. E, neste caso, a indicação é procurar um profissional especializado”, alerta a dermatologista Claudia Maia, que é também coordenadora dos cursos de atualização em psoríase da Associação Brasileira de Dermatologia.
E nada de passar lixas ou buchas para deixar a pele lisinha. Isso só vai fazer com que o organismo produza mais proteção nos dias seguintes, deixando a pele ainda mais grossa. O melhor mesmo é ter paciência e investir na hidratação diária.
Dra. Christiana Alonso Moron é Mestre e Doutora em Dermatologia pela USP.
Dra. Claudia Maia é Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Coordenadora dos cursos de Atualização em Psoríase na SBD.
fonte: Taeq
Manter a pele dessas regiões sempre macia e sedosa requer um pouco mais de atenção. A dermatologista Christiana Alonso Moron explica que a pele de joelhos, cotovelos e calcanhares é, naturalmente, mais espessa que o restante. “São áreas de trauma, que invariavelmente sofrem impactos. São mais grossas por haver alta concentração de camada córnea, a camada mais superficial da pele.”
Geralmente, apoiamos os cotovelos para escrever, digitar ou até mesmo descansar sobre uma mesa. Ficamos ajoelhados para pegar algo que está no chão, longe do alcance das mãos, fazer exercícios ou brincar com crianças. E os calcanhares, principalmente os femininos, sofrem com saltos e sapatos mal ajustados, além de aguentar todo o peso do nosso corpo.
Essas situações fazem com que a pele fique mais ressecada que o restante e, às vezes, também um pouco mais escurecida por conta da repetição de traumas no local. Moron explica que pele acaba engrossando para se proteger. No caso de joelhos e cotovelos, a sobra de pele, necessária por ser uma região de intensa mobilidade, também é um fator que contribui para que o aspecto escuro seja mais visível.
Para amenizar essa indesejável aparência, nada melhor que hidratação diária, após o banho. “O ideal é utilizar cremes a base de uréia, que possuem alto poder hidratante e agem na quebra das camadas córneas”, recomenda Moron.
E é preciso ficar atenta. “A lesão também pode ser uma doença inflamatória e crônica, chamada psoríase. E, neste caso, a indicação é procurar um profissional especializado”, alerta a dermatologista Claudia Maia, que é também coordenadora dos cursos de atualização em psoríase da Associação Brasileira de Dermatologia.
E nada de passar lixas ou buchas para deixar a pele lisinha. Isso só vai fazer com que o organismo produza mais proteção nos dias seguintes, deixando a pele ainda mais grossa. O melhor mesmo é ter paciência e investir na hidratação diária.
Dra. Christiana Alonso Moron é Mestre e Doutora em Dermatologia pela USP.
Dra. Claudia Maia é Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Coordenadora dos cursos de Atualização em Psoríase na SBD.
fonte: Taeq
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