terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Entrevista com Bethe Hekoph

O Bem Estar conversa nesta edição com a terapeuta Bethe Hekoph, uma pessoa de grande versatilidade, interessantíssima e de muitas vivências na área terapêutica.
"Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. "
Bethe, conte-nos um pouco da tua trajetória, da tua infância.
Na verdade, a minha trajetória terapêutica já se manifestou desde cedo a partir da sensibilidade e emotividade que sempre fizeram parte da minha vida. Sempre gostei muito de ler e, desde que aprendi a fazê-lo, devorava todos os tipos de livros. Adorava saber tudo o que a ciência descobria sobre o corpo, a mente, as doenças... e, às vezes tinha a nítida impressão de que aquilo tudo me era muito familiar. Quando encarei o período de vestibular, até pensei em fazer medicina, mas, sentia um medo (quase pavor) de correr o risco de contribuir para a morte de alguém. A sensação era de que eu precisava estar estudando muito e ajudando os médicos em tudo que pudesse estar nas entrelinhas de um processo clínico. Aos poucos fui percebendo que o que me atraía era a diagnose, já que o diagnóstico era dos médicos...

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