sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Power Center Jardins: saúde, boa forma e bem estar em local único e exclusivo

Power Center Jardins: saúde, boa forma e bem estar em local único e exclusivo 

Academia diferenciada que oferece treinamentos personalizados é a nova sensação fitness entre as mulheres que não querem perder tempo e ainda assim cuidar da saúde e da forma. Eficiência dos exercícios na plataforma vibratória do Power Plate combate estrias e celulites além de enrijecer a pele e os músculos. Leia mais...

domingo, 26 de dezembro de 2010

Cientistas desenvolvem anti-inflamatório à base de óleo natural extraído da copaíba.

Óleo da copaíba. Também conhecido como bálsamo de copaíba, o óleo de copaíba é obtido da copaibeira, árvore amazônica que chega a 45 metros de altura, por meio de uma incisão no tronco, do qual escorre em forma de resina.

Está em desenvolvimento na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP um anti-inflamatório proveniente do óleo da copaíba, árvore encontrada em todo o Brasil, mas com maior concentração na Amazônia.

O professor Osvaldo de Freitas, coordenador da FCFRP, explica que mesmo após comprovada a capacidade anti-inflamatória, há muitos passos antes de produzir algo que possa ser comercializado.

– Medicamento é diferente de remédio. Como remédio, o óleo de copaíba já é usado, mas medicamento precisa passar por vários testes científicos, ser registrado pela Anvisa –, diz.

O óleo-resina de copaíba é um óleo muito difundido no Brasil e pode ser encontrado à venda em quase todas as feiras livres, mercados populares, ervanários e farmácias de produtos naturais de todo o país. Ele é utilizado na medicina popular como cicatrizante, antiinflamatório, no tratamento de bronquites e doenças de pele. Já na indústria é utilizado principalmente como fixador para perfumes e como solvente para tintas e vernizes (Wikipédia).

Formas de obtenção

O óleo-resina de copaíba é obtido de diversas espécies de árvores do gênero Copaifera (Caesalpiniaceae, Leguminosae), onde é extraído, geralmente, por meio de incisões ou perfurações no caule. A extração do óleo se dá basicamente de três formas:
  • Extração tradicional - É a extração realizada através de uma abertura do tronco da árvore realizada com machado, que praticamente inutiliza a planta e desperdiça grandes quantidades de óleo. A descrição de Le Conte (1927) sobre esse processo resume tudo: para extração emprega-se um processo grosseiro, que consiste em abrir a árvore com o machado até o seu âmago, e a árvore quando não morre, nunca mais fornece outra colheita.
  • Extração total - É a obtenção do óleo a partir das grandes derrubadas, onde as árvores são abatidas e abertas para extração total de seu óleo, a madeira é vendida ou simplesmente queimada para dar lugar aos roçados.
  • Extração racional - É a realizada com a utilização de um trado, com o qual se faz um pequeno orifício no tronco da árvore, buscando atingir o seu veio, vedando em seguida o canal de extração. Para obtenção do óleo, é inserido ao orifício no tronco um cano com uma mangueira que conduz o óleo a um recipiente. Após a produção, o pedaço de cano é vedado com uma rosca e permanece no tronco para facilitar futuras extrações.

Composição química

Quimicamente, o óleo-resina de copaíba pode ser definido como uma solução de diterpenos ácidos em um óleo essencial constituído majoritariamente por sesquiterpenos. Do ponto de vista biológico, é um produto de excreção ou desintoxicação do organismo vegetal, e funciona como defesa da planta contra animais, fungos e bactérias.
 


Copaíba

Uso tradicional

A copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótico da mata, que já salvou vidas de muitos caboclos e índios seriamente feridos. Em algumas regiões, o chá da casca é bastante utilizado como anti-inflamatório. Em Belém, a garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo de copaíba. Isto porque é cada vez mais difícil encontrar o óleo. A casca entra na composição de todos os lambedores ou xaropes para tosse. Nos Andes do Peru, o óleo de copaíba é utilizado para estrangúria, sífilis e catarros. 

Áreas beneficiadas pelo óleo: Acne, espinha, aftas, estomatites, alcoolismo, alergia respiratória, amidalite, anemia, azia, má digestão, artrite, artrose, asma, aumento de força muscular, bronquite, bursite, câimbra, câncer, caspa e seborréia, celulite, ciática, cirrose, cistos, coceiras, colesterol, cólicas, depressão, derrame, desinteria, diabetes, distúrbios emocionais, doenças da próstata, dores, envelhecimento precoce, estrias, excesso de peso, febre, feridas, frieiras, furúnculos, gases, gengivite, gastrite, gota, hemorragias, herpes, hipertensão, hemorróidas, impotência sexual, infarto, inflamações em geral, intestino preso, insônia, leucorréia, mau hálito, mau odor dos pés, micoses em geral, mioma, náuseas, obesidade, pedras nos rins, psoríase, queda de cabelo, reumatismo, sintomas de menopausa, tensão pré-menstrual, tosses, tumores em geral, úlceras, varizes, vermes, verrugas, vitiligo, queimaduras.

Previne mais de 70 doenças porque elimina as impurezas e toxinas que prejudicam nosso organismo.
 
Modo de usar:
Ingerir via oral ou passar no local:
1ª semana: uma gota após o café da manhã
2ª semana: duas gotas após o café da manhã, duas gotas após o almoço
3ª semana: três gotas após o café da manhã, três gotas após o almoço, três gotas após o jantar.

A compra de produtos naturais como o óleo da copaíba e a escolha por alimentos saudáveis não são mais preocupações exclusivas dos considerados “naturebas”. A filosofia do bem-estar e da longevidade ganha cada vez mais seguidores no Brasil.

A prova disso é um estudo realizado pela Euromonitor International no ano de 2010, o qual mostra que o consumo de alimentos e outros produtos saudáveis no País praticamente dobrou nos últimos cinco anos, registrando um aumento de 82%. O setor que movimentava R$ 8,5 bilhões em 2004 passou para R$ 15,5 bilhões em 2009. E a boa notícia não para por aí: os números devem chegar a R$ 21,5 bilhões até 2014. A pesquisa considerou os produtos diet e light, funcionais, orgânicos e fortificados, além dos específicos para certos tipos de intolerância alimentar. 

Referências gerais

:: Reportagem do globo repórter exibida em 21/11/03, Wikipédia, Correio do Brasil, AmazonLink.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Inaugurada emissora de TV Canal Saúde

Profissionais de todo o país passam agora a contar com um canal de informação e mobilização sobre os assuntos relacionados à saúde 

O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deixou de ser um veículo de comunicação meramente virtual para se transformar em uma emissora de TV. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou oficialmente nesta terça-feira (21) a TV Canal Saúde, que pode ser sintonizada por antenas parabólicas em todo o país. Um acordo do Ministério da Saúde com a Oi TV também permitirá que o canal seja sintonizado por intermédio dessa operadora por conselhos municipais e estaduais de Saúde, a partir de 2011. O objetivo é facilitar o acesso da população à programação, que inclui, por exemplo, orientações sobre prevenção a doenças e promoção da saúde.

Nesta terça-feira, foram assinados um acordo de cooperação entre os ministérios da Saúde, da Educação, da Ciência e Tecnologia e da Cultura, nomeando o Canal Saúde gestor da faixa dedicada à área da saúde na TV digital pública, além de duas portarias. Em uma delas, consta que o Canal Saúde representará o Ministério da Saúde nos comitês de programação e gestão da TV digital. A outra portaria formaliza o compromisso do Canal Saúde como responsável pelo canal da saúde na Oi TV.

"Esta ação inaugura uma nova era no campo da comunicação em saúde. E esta é, para mim, uma questão contemporânea e central no que diz respeito ao futuro do Sistema Único de Saúde (SUS): o campo da disseminação da informação", ressaltou o ministro. "A saúde recebe agora um grande estímulo, um espaço que leve mais informação aos profissionais e, não apenas a eles, mas à população".

A principal veiculação da nova emissora é por intermédio de antena parabólica digital. Outra forma de veiculação é um canal exclusivo na Oi TV. A operadora de TV por assinatura deve doar mais de 5 mil kits de recepção (antena da Oi, receptor digital e aparelho de televisão) aos conselhos municipais e estaduais de saúde, facilitando o acesso à programação do Canal Saúde.

Durante 16 anos, o Canal Saúde funcionou como um canal virtual. Ao se transformar em uma emissora de televisão, passa a gerenciar um canal próprio, inicialmente, com 12 horas de programação ininterrupta, das 9h às 21h. O investimento do Ministério da Saúde e da Fiocruz para transformá-lo em emissora de TV foi de R$ 5,9 milhões.

"É uma emissora que nasce, com certeza, pelo tamanho do SUS. O Sistema Único merecia um canal de saúde", reforçou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Antonio Alves. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Reinaldo Guimarães, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, também participaram da inauguração do Canal Saúde.

MEDICAMENTO CONTRA TUBERCULOSE – Na cerimônia, foi firmado um acordo entre a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), com o laboratório indiano Lupin para a fabricação de uma combinação de medicamentos (4 em 1) contra a tuberculose. A medida, além de viabilizar a produção nacional, visa reduzir o abandono do tratamento pelos pacientes de tuberculose. A estimativa é que a tuberculose hoje custe R$ 11 milhões por ano aos cofres públicos.

"Um dos grandes problemas mais importantes no tratamento da tuberculose é o fato de os pacientes terem de tomar os medicamentos por pelo menos seis meses. Além disso, hoje se tem o tratamento em medicamentos separados. Então, são muitos comprimidos por dia. Esses são alguns dos fatores que explicam a baixa adesão, o que queremos evitar", apontou o ministro, destacando que a parceria, ainda, reduz a dependência da produção externa desses medicamentos.

INSTITUTOS NACIONAIS – Temporão ainda inaugurou a Sala Adolpho Lutz, onde funciona a direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e assinou portarias que designam o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) como Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente e Instituto Nacional de Infectologia, respectivamente. Outra portaria assinada pelo ministro definiu que a Fiocruz, por meio de seu presidente, coordenará a elaboração da proposta de um futuro Instituto Nacional de Neurociências.

Os Institutos Nacionais são órgãos auxiliares do Ministério da Saúde no desenvolvimento, na coordenação e na avaliação das ações integradas para a saúde. Cada um na sua especialidade – saúde da mulher, da criança e do adolescente e infectologia –, eles têm entre suas atribuições planejar, coordenar e realizar pesquisa clínica, básica, aplicada, biomédica, epidemiológica e em ciências sociais em saúde; formar profissionais para o SUS; fortalecer a capacidade nacional de resposta frente a emergências e ameaças à saúde pública; coordenar redes colaborativas nacionais e internacionais; e desenvolver atividades assistenciais de referência no âmbito do SUS, entre outras.

O Instituto de Neurociências, quando criado, deverá conjugar atividades de pesquisas básicas e aplicadas; de planejamento e formulação de políticas públicas; e de formação e treinamento de cientistas e profissionais na área do cérebro, mente, comportamento e sistema nervoso.


fonte: Portal da Saúde

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Veja propriedades das frutas que ajudam a controlar o peso

Todo mundo sabe que frutas e verduras são componentes essenciais para uma alimentação saudável, mas o que nem todos sabem é qual a função específica de cada fruta no organismo. Segundo a nutróloga Tamara Mazaracki, existem frutas que, por seus componentes, são mais eficazes para o controle do peso. Descubra quais são elas e porque devem fazer parte de sua dieta na galeria de fotos, clicando na aba acima.
"De modo geral são pobres em calorias e riquíssimas em nutrientes como vitaminas, minerais e fibras, mas o maior diferencial dessas frutas é a abundância de água, o que ajuda a dar saciedade e a estimular a função renal", disse. A profissional afirmou ainda que para conseguir suprir o organismo com todos os nutrientes necessários, o ideal é variar bastante na escolha das frutas a serem consumidas e não se restringir a um único tipo.
Podem ser consumidas sem culpa ou restrição. Compõem uma sobremesa ideal, já que algumas possuem sabor adocicado e são essenciais para substituir doces calóricos. Além disso, são as mais indicadas para os momentos de fome ao longo do dia, geralmente saciados com outros alimentos que estragam refeições importantes e possuem mais calorias.

fonte: Terra

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Novo registro dá acesso a pesquisas com seres humanos no Brasil

Difusão de ensaios clínicos em curso era restrita a publicações científicas.
Cadastro nacional de estudos foi lançado pelo governo nesta quinta (16).


O Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz e a Organização Pan-Americana de Saúde lançaram nesta quinta-feira (16) o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos. Antes, as pesquisas com seres humanos realizadas no país eram registradas em sistemas estrangeiros, geralmente em inglês, o que restringia o acesso dos interessados.
A plataforma é trilíngue (português, espanhol e inglês) e estará aberta também a estudos estrangeiros. Portanto, o novo registro deverá ajudar no recrutamento de voluntários para teste de novos medicamentos, por exemplo.
A expectativa do governo é que 200 estudos sejam registrados por ano.
O desenvolvimento do Registro, feito em software livre, custou US$ 130 mil.

fonte: G1

 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mortes por doenças crônicas caem 17% no Brasil entre 1996 e 2007

Doenças cardiovasculares representaram 29,4% do total de óbitos.
Incidência de diabetes tipo 2 cresce 10% no período.

 

Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (14) mostram que as mortes causadas por doenças crônicas caíram 17% no Brasil, entre 1996 e 2007. No período, a cada 100 mil habitantes, o número de óbitos foi de 569 para 475. Mesmo com a redução, o grupo ainda é a principal causa de morte no país, com 67% do total - foram 705,5 mil vítimas só em 2007. Entre as patologias estão as doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, neoplasias e o diabetes.
As informações constam no "Saúde Brasil 2009", publicação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Doenças cardiovasculares como infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC) mataram 308 mil pessoas em 2007 e ainda são a principal causa de óbitos no país, com 29,4% do total.
No caso das patologias respiratórias como enfisemas pulmonares e asma, o número de mortes caiu 2,8% ao ano no período considerado pela pesquisa. Para o Ministério da Saúde, o resultado está ligado com a redução no tabagismo no Brasil. Entre 1989 e 2009, o número de fumantes no país caiu de 35% para 16,2%.
O órgão destacou o crescimento de 10% na incidência de diabetes tipo 2 (mellitus). A doença está ligada, principalmente, à obesidade e ao histórico familiar. Segundo o sistema Vigitel, voltado para o monitoramento de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis, o número de obesos foi de 11,4% para 13,9% da população brasileira, entre 2006 e 2009.

fonte: G1

 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bem-estar no verão: luz do sol funciona como antidepressivo natural

Maior luminosidade e calor da estação provocam reações químicas que levam as pessoas às ruas

Sabe aquela sensação de sentar na areia e observar o mar? De colocar a mão para fora da janela do carro e sentir o vento? De passear no parque com os filhos? São cenas comuns no verão, e o prazer que causam pode ser explicado química e psicologicamente.
Um abraço, agora, tende a ser me­lhor que no inverno. Isso porque, com os dias mais longos do verão, ficamos mais expostos ao sol, que nos traz calor e luminosidade. Essa luminosidade bate no corpo, reage e cria substâncias importantes.
— É como um antidepressivo natural —  define a professora de Psicologia e Medicina da Unisul Maria do Rosário.
Ao ar livre

Além de causar essa reação quími­ca, o sol enche ruas, praças e praias. Essa proximidade com outras pessoas é um combustível que nos anima.
— Verão é época de abertura, de nos relacionarmos mais, ficarmos em con­tato com a natureza, termos uma vida mais saudável e mais trocas afetivas — diz Maria do Rosário.
Esta época também nos faz ficar menos doentes, afirma a psicóloga Angelita Quintino Egert, vice-presi­dente do Conselho Regional de Psi­cologia de Santa Catarina.
— Existe depressão de inverno, mas mais nas regiões polares. Lá, no in­verno, há pouca luz. Desde a década de 1970, há pesquisas comprovando a importância da luminosidade. Muitas pessoas chegam a ser tratadas por ses­são de fototerapia — conta Angelita.
Especialista em atividade física e saúde, o professor da UFSC Markus Nahas diz que, de modo geral, ga­nhamos em bem-estar no verão. Cabe planejar o que fazer com o tempo livre. Se as praias estão longe, aproveite parques e praças. A dica fundamental é: saia de casa.
10 dicas para curtir
— Aproveite o sol - a luminosidade esti­mula o corpo a produzir substâncias que nos dão mais ânimo
— Mas aproveite o sol nos horários cer­tos - antes das 10h e depois das 17h. Senão ele pode se tornar um vilão, cau­sando problemas na sua pele
— Pegue sol todos os dias. Uma cami­nhada no início da manhã ou no fim de tarde é uma boa alternativa
— Prefira fazer exercícios ao ar livre a am­bientes fechados como de academias, principalmente as com ar-condicionado
— Os jovens costumam trocar o dia pela noite no verão. Não precisam evitar a noite, mas uma boa dica é equilibrar, aproveitar o dia também
— O cuidado com a alimentação é fun­damental para o nosso bem-estar; evite alimentos calóricos e beba muita água
— O contato com a natureza estimula o corpo a produzir hormônios importantes para a sensação de bem-estar
— Reunir a família e os amigos nos torna mais felizes e ajuda a prevenir doenças
— O verão é uma boa época para os idosos reverem o costume de não sair muito de casa. Pegar um solzinho é importante para, por exemplo, evitar doenças de pele
— Faça uma corrida, dê caminhadas, ande de bicicleta, passeie com o cachor­ro, jogue vôlei com os amigos, vá nadar ou surfar, enfim, movimente-se.
REVISTA DE VERÃO

 

 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Hábito seguro: 10 dicas para evitar lesões durante os exercícios físicos

Roupas com tecidos que facilitem a transpiração e evaporação do suor são as mais indicadas

Como é habitual nessa época do ano, muitas pessoas começar a praticar exercícios físicos, motivados pelas temperaturas mais agradáveis e pelo desejo de melhorar o corpo. Mas, assim como aumenta a corrida para as academias e parques, cresce o risco de lesões decorrentes da falta de instrução profissional e de exageros.
— O exercício é como um remédio: se você não ingere terá problemas, se ingere em excesso, poderá fazer mal — alerta o professor de educação física e personal trainer, Márcio Soares, especialista do Consultório Bem-estar.
Têm dúvidas sobre saúde, alimentação, nutrição ou mente? Mande sua pergunta para nós e ela será respondida por um dos nossos especialistas
Segundo ele, o erro mais comum é começar a se exercitar sem auxílio profissional, de forma desordenada e incompatível com suas capacidades físicas.
— A individualidade biológica deve ser observada e seus limites respeitados para que não ocorram desequilíbrios, sendo que o trabalho de condicionamento físico deve ser planejado individualmente.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Entrevista com Bethe Hekoph

O Bem Estar conversa nesta edição com a terapeuta Bethe Hekoph, uma pessoa de grande versatilidade, interessantíssima e de muitas vivências na área terapêutica.
"Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. "
Bethe, conte-nos um pouco da tua trajetória, da tua infância.
Na verdade, a minha trajetória terapêutica já se manifestou desde cedo a partir da sensibilidade e emotividade que sempre fizeram parte da minha vida. Sempre gostei muito de ler e, desde que aprendi a fazê-lo, devorava todos os tipos de livros. Adorava saber tudo o que a ciência descobria sobre o corpo, a mente, as doenças... e, às vezes tinha a nítida impressão de que aquilo tudo me era muito familiar. Quando encarei o período de vestibular, até pensei em fazer medicina, mas, sentia um medo (quase pavor) de correr o risco de contribuir para a morte de alguém. A sensação era de que eu precisava estar estudando muito e ajudando os médicos em tudo que pudesse estar nas entrelinhas de um processo clínico. Aos poucos fui percebendo que o que me atraía era a diagnose, já que o diagnóstico era dos médicos...

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Saúde e sabor

É direta a relação entre nutrição, saúde e qualidade de vida. A mudança e a prática diária de bons hábitos alimentares são fundamentais para a promoção da saúde e do equilíbrio físico e mental do organismo.

Os livros de Receitas Saúde & Sabor com Equilíbrio Volumes I e II foram elaborados com o objetivo de incentivar a mudança de hábitos alimentares de maneira prática e saborosa para toda família.

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cuide bem dos seus joelhos, cotovelos e calcanhares

Cuidar dos joelhos, cotovelos e calcanhares nem sempre é a prioridade de quem está em busca de uma pele macia. E essas partes do corpo sempre ficam ressecadas e escurecidas.

Manter a pele dessas regiões sempre macia e sedosa requer um pouco mais de atenção. A dermatologista Christiana Alonso Moron explica que a pele de joelhos, cotovelos e calcanhares é, naturalmente, mais espessa que o restante. “São áreas de trauma, que invariavelmente sofrem impactos. São mais grossas por haver alta concentração de camada córnea, a camada mais superficial da pele.”

Geralmente, apoiamos os cotovelos para escrever, digitar ou até mesmo descansar sobre uma mesa. Ficamos ajoelhados para pegar algo que está no chão, longe do alcance das mãos, fazer exercícios ou brincar com crianças. E os calcanhares, principalmente os femininos, sofrem com saltos e sapatos mal ajustados, além de aguentar todo o peso do nosso corpo.

Essas situações fazem com que a pele fique mais ressecada que o restante e, às vezes, também um pouco mais escurecida por conta da repetição de traumas no local. Moron explica que pele acaba engrossando para se proteger. No caso de joelhos e cotovelos, a sobra de pele, necessária por ser uma região de intensa mobilidade, também é um fator que contribui para que o aspecto escuro seja mais visível.

Para amenizar essa indesejável aparência, nada melhor que hidratação diária, após o banho. “O ideal é utilizar cremes a base de uréia, que possuem alto poder hidratante e agem na quebra das camadas córneas”, recomenda Moron.

E é preciso ficar atenta. “A lesão também pode ser uma doença inflamatória e crônica, chamada psoríase. E, neste caso, a indicação é procurar um profissional especializado”, alerta a dermatologista Claudia Maia, que é também coordenadora dos cursos de atualização em psoríase da Associação Brasileira de Dermatologia.

E nada de passar lixas ou buchas para deixar a pele lisinha. Isso só vai fazer com que o organismo produza mais proteção nos dias seguintes, deixando a pele ainda mais grossa. O melhor mesmo é ter paciência e investir na hidratação diária.


Dra. Christiana Alonso Moron é Mestre e Doutora em Dermatologia pela USP.
Dra. Claudia Maia é Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Coordenadora dos cursos de Atualização em Psoríase na SBD.

fonte: Taeq

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Por que incluir o quesito violência de gênero no sistema de informação de saúde?

Faltam estatísticas
De um modo geral, há poucos dados disponíveis sobre os diversos tipos de violência de gênero. Somente nas delegacias de polícia existe a rotina de registro sistemático de violência denunciada.
As mulheres falam que a agressão psicológica é mais dolorida e sofrida que a física. Além disso, a violência de gênero (doméstica ou sexual), se não interrompida a tempo, pode levar ao assassinato de mulheres (ou ao femicídio , que é o homicídio praticado contra a mulher, em situação de violência de gênero).
Segundo o "Relatório Mundial sobre Violência e Saúde" (Organização Mundial da Saúde - OMS, Genebra, 2002), "estudos realizados na África do Sul, na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos e em Israel mostram que, das mulheres vítimas de assassinato, de 40 a 70% foram mortas por seus maridos ou namorados, normalmente no contexto de um relacionamento de abusos constantes". Esse fato contrasta totalmente com a situação dos homens vítimas de assassinato. Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 4% dos homens assassinados entre 1976 e 1996, foram mortos por suas esposas, ex-esposas ou namoradas. As conseqüências da violência de gênero são diferentes para mulheres e homens, bem como as causas que levam as pessoas a praticá-la.
Segundo pesquisas apresentadas naquele Relatório da OMS, as mulheres têm muito mais probabilidade de serem machucadas durante as agressões ocorridas na violência de gênero e são alvos mais freqüentes de lesões corporais graves. No Canadá, as mulheres em situação de violência estão três vezes mais sujeitas a lesões, e suas vidas se encontram cinco vezes mais ameaçadas do que as vítimas masculinas.

Denunciar não é nada fácil
Verifica-se que nas situações em que ocorre a violência praticada por mulheres é mais provável que ela seja usada como uma ação de autodefesa.
As mulheres em situação de violência de gênero permanecem por longo tempo nesta condição. A pesquisa da Fundação Perseu Abramo indica que as mulheres brasileiras que sofreram violência evitam falar com outra pessoa sobre a agressão, e não procuram ajuda junto às instituições. Quando tocam no assunto, falam com a mãe, a irmã, ou uma amiga. É a minoria que busca ajuda nas delegacias. A grande parte das mulheres separa e volta várias vezes ao relacionamento conflituoso e violento antes de por um fim definitivo à convivência com o parceiro agressor. Muitas vezes, romper um relacionamento violento coloca as mulheres em situação de extrema vulnerabilidade; muitas mulheres são assassinadas ao tentar separar-se.
A desigualdade estrutural entre homens e mulheres, os rígidos e diferenciados papéis que ambos devem desempenhar, onde a idéia de virilidade está associada a dominação e a de feminilidade se vincula a estereótipos de submissão, docilidade, etc, servem para fundamentar e consolidar relações violentas de gênero. As conseqüências afetam a saúde não somente das pessoas diretamente envolvidas mas se estendem à comunidade, às instituições e aos serviços públicos.
As mulheres que vivem com parceiros violentos encontram dificuldades para cuidar de si próprias, procurar emprego, estudar e desenvolver formas de viver com conforto e autonomia.

Violência faz mal à saúde
Os impactos da violência de gênero na saúde vêm sendo denunciados com mais freqüência e se apresentam nas formas de depressão, tentativas de suicídio, síndromes de dor crônica, distúrbios psicossomáticos, lesões físicas, distúrbios gastrointestinais e diversas conseqüências na saúde reprodutiva - tanto a gravidez indesejada como o contágio de infecções causadas por doenças sexualmente transmissíveis -, assim como relações sexuais forçadas, etc, e é apontado pela OMS (Relatório Mundial de Saúde, 2002) como um dos fatores responsáveis pela mortalidade materna.
Nos países da África a violência contra a mulher tem sido responsável pela crescente epidemia de AIDS entre as mulheres. O Relatório da OMS ainda aponta como resultado físico mais comum da prática constante da violência doméstica e sexual os chamados distúrbios funcionais, distúrbios que freqüentemente não apresentam uma causa médica identificável, tais como síndrome de dor crônica, fobias e ansiedade, o que tornam as mulheres vítimas usuárias freqüentes dos serviços de saúde.
Em relação aos aspectos econômicos, as mulheres em situação de violência perdem com mais freqüência o emprego, têm mais dificuldades em negociar aumentos salariais e promoção na carreira profissional. De acordo com a pesquisa do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, de cada cinco dias trabalhados, as mulheres perdem um por causa da violência.
São inúmeros os prejuízos causados às crianças que de um modo geral assistem as cenas violentas entre os pais, que podem ser também diretamente afetadas e sofrem conseqüências emocionais, como ansiedade, depressão, baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, pesadelos, etc.
A OPAS/OMS (Organização Pan Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde), afirma que "violência de gênero - incluindo o estupro, a violência doméstica, a mutilação, o homicídio e o abuso sexual - constitui um sério problema de saúde para a mulher em âmbito mundial. Apesar da violência de gênero ser uma causa significativa da morbi-mortalidade feminina, quase nunca é visualizada como um tema para a saúde pública". Em julho de 1998, a revista Veja publicou reportagem dizendo que, nos Estados Unidos, um terço das internações de mulheres em unidades de emergência era em conseqüência da violência doméstica.
Doenças sexualmente transmissíveis, doenças pélvicas inflamatórias, gravidez indesejada, aborto espontâneo, dores de cabeça, doenças gastrointestinais, hipertensão e outras doenças crônicas, além de comportamentos danosos à saúde, como fazer sexo inseguro, abusar de drogas e do álcool têm uma incidência bastante alta nas pessoas que vivem em situação de violência doméstica. Surgem ainda transtornos psíquicos como depressão, ansiedade e suicídio (Heise in Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 1994, p.146-55).
Entendemos, no entanto, que não basta garantir o atendimento à saúde. É necessário o resgate da cidadania e dos direitos humanos das mulheres tais como o reconhecimento de seus direitos sociais, econômicos, civis e políticos.
A pesquisa que realizamos por meio dos grupos focais junto às mulheres atendidas no Hospital Pérola Byington, reforçou nossos argumentos junto às autoridades municipais, que aceitaram nossa proposta de criar lei obrigando o serviço de saúde do município a investigar e registrar os dados da violência contra a mulher. Assim foi criada a lei 13.150/2001, na cidade de São Paulo.

fonte: mulheres.org

Cura pela Hipnose

A antiga técnica, que não é mais vista como show circense, tem auxiliado cada vez mais no tratamento de males modernos.  
Por Rachel Martinho

Esqueça de uma vez a imagem de uma pessoa olhando para um pêndulo em movimento e, em seguida, passando por boba ao imitar animais. Isso não existe. Ou melhor, se existir, não acredite, pois não se trata de hipnose. Como explica Jarbas Delfino dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, a técnica não é fantasia e há tempo foi considerada assunto sério pela medicina, auxiliando em vários tratamentos, desde fobias, até depressão e obesidade.

 
Segundo Odair José Comin, psicólogo e diretor do Delphos Instituto de Psicologia e Hipnose, a ansiedade é um dos principais motivos que levam uma pessoa a buscar a ajuda da hipnose. "Cerca de 90% dos pacientes apresentam algum grau de ansiedade. A maioria já tentou tratar de diversas outras formas, antes de chegar à técnica", diz.
Primeira Sessão
Muitos psicólogos, que antes usavam apenas a psicoterapia convencional, passaram a adotar a hipnose como parte do tratamento. Sem dúvida a técnica pode acelerar o processo terapêutico, pois favorece a abertura do inconsciente e deixa o paciente bem mais predisposto a receber minhas observações, que chegam até ele com um impacto maior", conta Odair Comin.
Na primeira sessão, o profissional procura recolhera maior quantidade possível de dados sobre o paciente. "Fazemos uma anamnese. Conhecer os medos da pessoa antes de começar o trabalho", diz Comin.
Na cadeira do Dentista
O pavor do barulhinho dentário ou medo de sentir dores durante o tratamento de dente levou muitos profissionais da área a aprenderem técnicas de hipnose para relaxar seus pacientes. "Imagine que você está explodindo de dor de cabeça. Ao ver que seu filho sofreu um acidente, imediatamente toda sua atenção estará voltada para socorrê-lo e você esquece completamente a dor. É isso o que a hipnose faz. Desvia a atenção para outro sentimento. Um dentista busca mudar o foco da pessoa para outra emoção que não a da dor que a atormenta", explica o hipnoterapeuta Odair José Comin.
 Fonte: Publicado na Revista Pense Leve
Grupo 1 Editora – Ano: 14 - Edição nº 168 - Junho de 2006.

domingo, 28 de novembro de 2010

Pessoas que têm cintura larga correm mais risco de ter morte prematura.

Morte prematura
Pessoas que têm cintura larga correm mais risco de ter morte prematura.

Pessoas que têm cintura larga, maiores do que 110 centímetros nas mulheres e 120 centímetros nos homens têm mais chance de morte prematura. Segundo o estudo da American Câncer Society, isso independe do IMC (índice de massa corporal, que mede a relação entre peso e altura).

Os pesquisadores notam que o risco de morte aumentava conforme o aumento da circunferência da cintura, independentemente de a pessoa ter peso normal, estar acima do peso normal ou ser obesa. Uma das causas mais comuns da morte foram insuficiência respiratória, seguida de doenças cardiovasculares e depois câncer.

Para os estudiosos que conduziram o estudo, a conclusão é clara: é preciso evitar o aumento na circunferência da cintura

Por Carolina Abranches

fonte: BemStar

Roupas de compressão para malhar prometem reduzir fadiga e acelerar a recuperação pós-treino.

Roupas de compressão
Roupas de compressão para malhar prometem reduzir fadiga e acelerar a recuperação pós-treino.

Você reparou em corredores que praticam o esporte com faixas na canela ou meiões coloridos na perna? Alguns modelos parecem até aquelas meias usadas para quem faz operação de varizes. Na verdade, trata-se de roupas de compressão. Seu uso durante a prática do exercício promete aumentar o rendimento do esporte para atletas profissionais e amadores.

Confeccionados em tecidos elásticos, elas ficam coladas ao corpo. Seu uso, garantem os estudiosos, reduz a fadiga depois da atividade física e acelera a recuperação da musculatura nos momentos de descanso. Além das meionas e faixas, as peças de compressão também são confeccionadas para leggings, bermudas, tops e macacões em tecidos especiais.

Essas roupas são feitas com o conceito daquelas meias medicinais para varizes. No caso, elas atuam sobre o sistema circulatório periférico, aumentando o retorno do sangue venoso e promovendo uma maior oxigenação celular nos músculos. No esporte, as roupas de compressão prometem evitar aquele desconforto muscular que ocorre no corpo após 24 horas de exercício. Esse desconforto são microtraumas causados nas fibras musculares nos exercícios.

De acordo com especialistas do esporte, a compressão também diminui o desconforto causado pela maior circulação sanguínea na região e reduz o diâmetro das veias superficiais, aumentando o fluxo.

Por Carolina Abranches


fonte: Bem Estar.globo 

CIGARRO: Empresas se preocupam cada vez mais com o controle do tabagismo

LOC/REPÓRTER: Dados da Organização Internacional do Trabalho, OIT, revelam que pelo menos duzentos mil trabalhadores morrem por ano devido à alta exposição ao cigarro. O dado inclui as pessoas que não fumam, mas que respiram a fumaça emitida pelos fumantes. A fumaça do fumante passivo é cerca de quatro vezes mais tóxica que a fumaça aspirada pelo fumante. No Brasil, leis proíbem o fumo no local de trabalho. As empresas têm se preocupado em promover ambiente seguro e saudável aos funcionários e clientes. Segundo Adriana Carvalho, advogada da Aliança de Controle do Tabagismo, as empresas podem adotar ambientes livres do fumo e ressalta:
TEC/SONORA: advogada da Aliança de Controle do Tabagismo – Adriana Carvalho
"A idéia é produzir essa nova medida na empresa sem que traga conflitos entre fumantes e não fumantes. A idéia é trazer a conscientização, informar e divulgar que quando se fuma em lugares fechados prejudica a saúde de todo mundo. Até dos próprios fumantes, por que ele é fumante passivo da própria fumaça e da fumaça de outros fumantes. Então a idéia é proteção de todos e não só dos não fumantes. Ela pode divulgar informações sobre os riscos e o malefícios do tabagismo, oferecer palestras. Uma questão é mais da empresa mesmo usar o bom senso e o empregado também usar o bom senso."
LOC/REPÓRTER: Ainda de acordo com Adriana Carvalho, com essas medidas as empresas ajudam no controle do fumo, não só no trabalho como também nas residências.
TEC/SONORA: advogada da Aliança de Controle do Tabagismo – Adriana Carvalho 
"A gente sabe que quando não se permite o fumo em lugares fechados públicos, como ambientes e trabalho, bares e restaurantes os fumantes tendem a formar a adquirir uma consciência de não fumar nos lugares fechados na própria residência. Então, traz um beneficio para a própria família do trabalhador. Então, sem dúvida as empresas podem ser sim agentes de promoção do controle do tabagismo."
LOC/REPÓRTER: Andriana Carvalho ressalta que é obrigação das empresas oferecer condições saudáveis de trabalho. No Brasil, a lei número nove mil e duzentos e noventa e quatro, de mil novecentos e noventa e seis, prevê a preservação do ar em ambientes fechados além da proteção aos não fumantes.
Reportagem, Suely Frota

Ministério da Saúde renova acordo com indústria para melhorar alimentação dos brasileiros

Meta de redução de gordura trans nos alimentos já foi alcançada por 94,6% das empresas. Esforço agora é reduzir sódio/sal, açúcar e gordura saturada

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quinta-feira (25), em Brasília, acordo de cooperação com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) que prorroga por mais três anos o Fórum da Alimentação Saudável. Estudo feito pela Abia, em parceria com o governo federal, revela que 94,6% das empresas associadas à entidade, em média, alcançaram a meta estabelecida em 2007, quando o Fórum foi criado: cerca de 230 mil toneladas de gordura trans deixaram de ir para as prateleiras em 2009, na comparação com 2008.

“Esse resultado demonstra o acerto da estratégia do governo e da indústria sentarem e estabelecerem uma agenda, uma pauta, onde a questão da saúde pública foi colocada na mesa, com resultados importantes”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

As metas de redução desse tipo de gordura foram definidas a partir de recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que estabelece o limite de 5% de presença de gordura trans do total de gorduras em alimentos processados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas. Ao todo, foram avaliadas doze categorias de alimentos, incluindo snacks, massas instantâneas, sorvetes, caldos, chocolates, sopas, panetones, óleos, pratos prontos, biscoitos e bolos, além de margarinas e cremes vegetais. Para a escolha dessas categorias, a Abia – que representa cerca de 70% do setor produtivo nacional – fez um levantamento e selecionou os grupos de alimentos que apresentavam teores mais elevados de gorduras trans.

Desde a criação do Fórum da Alimentação Saudável – estabelecido com o objetivo principal de encontrar alternativas viáveis para a substituição e a conseqüente redução de alimentos prejudiciais à saúde dos brasileiros – foram desenvolvidas importantes ações conjuntas entre os órgãos parceiros: Ministério da Saúde, Abia e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

PRORROGAÇÃO – O acordo foi prorrogado para dar continuidade aos esforços em se atingir 100% das metas de redução de gorduras trans em todos os produtos industrializados. Principalmente, em categorias de alimentos que obtiveram resultados menos expressivos quanto à redução de gorduras trans, como margarinas e cremes vegetais, bolos e biscoitos. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003/IBGE), o consumo domiciliar per capita anual de margarina foi de 1,62kg e, o de biscoitos, 4,81kg.

O esforço de aperfeiçoar a qualidade dos produtos que chegam às prateleiras demonstra o empenho e a articulação entre governo e indústria. Por isso, as medidas previstas no Fórum da Alimentação Saudável também são extremamente importantes para a gradual redução do teor de sódio/sal e açúcar nos alimentos processados. A expectativa é que, até 2020, o consumo de sal pela população brasileira seja reduzido em 50%.

“ A redução do teor de sal é um novo desafio. O consumo excessivo pode causar, a longo prazo, problemas de saúde pública como hipertensão arterial, entre outros. Entregamos à Abia um documento técnico com prioridades para a redução. Haverá agora o desenvolvimento de um trabalho técnico, com estabelecimento de metas, para que esse trabalho continue avançando”, afirmou o ministro Temporão.

Estudos apontam que a redução de 3 gramas no consumo diário de sal levaria a uma redução de 13% nos casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 10% nas doenças isquêmicas do coração.

RISCOS À SAÚDE – O consumo de altas taxas de gorduras trans e sal aumentam os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e AVC. No Brasil, segundo dados da POF (2008-2009/IBGE), cerca de um terço das crianças com idade entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso. Entre os adultos, esse percentual chega a 50%.

Além disso, a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) apontou que, em 2009, 24,4% da população adulta das capitais brasileiras foi diagnosticada como hipertensa e 5,8% como diabética. Nesta população, as doenças cardíacas são mais graves, de difícil tratamento e de alto custo para o sistema de saúde. Por isso, o esforço de aprimorar os alimentos para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos brasileiros é preocupação permanente do Ministério da Saúde.

fonte: Portal da Saude

Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)

Recebi o seguinte texto por email e resolvi compartilhar (este blog aceita comentários)

REPASSANDO...

Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)


Devemos passar a noite com axila limpa e sem desodorante, para ser um momento de respiração livre da axila.


Há um tempo, fui a um seminário, sobre Câncer da Mama, conduzido por
Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.

Durante os debates, perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila.

A minha pergunta não pode ser respondida na hora.

Esta informação foi-me enviada, recentemente, e alegro-me por a minha pergunta ter sido respondida.

Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar..
Agora quero compartilhar a informação com vocês.

A principal causa de Câncer da Mama é o uso de anti-transpirantes!

Sim, ANTITRANSPIRANTES.

A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/ desodorizantes.

Vejam bem os rótulos!

DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não.

A concentração das toxinas provoca a mutação das células:

CÂNCER. Eis aqui a razão:

O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas:atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.

As toxinas são eliminadas com a transpiração.

Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.

Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas.

Como não saem pelo suor, o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.

A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama.

Precisamente onde se encontram as glândulas.

Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Câncer da Mama por causa dos anti-transpirantes que usam,ao invés de água e sabão.


A diferença está no fato de os anti-transpirantes usados pelos homens não serem aplicados diretamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.

As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após rasparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.

Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas..

O Câncer da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.

Se, de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as suas próprias
investigações..

Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.